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Spinning


O Ciclismo Indoor baseia-se, a princípio, nos métodos utilizados por ciclistas e triatletas profissionais, que usam como meio de aquecimento e manutenção do condicionamento físico, principalmente em época de inverno rigoroso e durante as intempéries mais rígidas, permitindo a eficiência técnicas quando praticado ao ar livre. (DOMINGUES FILHO, 2005) .

Existem no mercado vários programas de treinamento, cada qual com sua particularidade, mas com semelhanças nos componentes biomecânicos e fisiológicos, sempre com o intuito de satisfazer os objetivos de seus praticantes. Entre os programas amplamente divulgados em eventos de fitness estão: RPM, Precision Cycling, Cycle Reebok, Power Pacing, Schwinn, Top Ride e Johnny G Spinning.

Segundo Domingues Filho (2005), um dos objetivos da aula e Ciclismo Indoor, de modo geral, é a possibilidade do treinamento das vias metabólicas aeróbicas e anaeróbias combinada com atividades neuromusculares, e com isso constituírem um retorno para a saúde e estética dos praticantes.

De acordo com o Manual do Instrutor de RPM (2005), pesquisas longitudinais realizadas no Unisport Center for Sports Performance (Auckland University) revelaram que o Ciclismo Indoor consome em média 840 kcal em 60min de sessão. Em 45min de aula pode-se consumir aproximadamente 700 kcal em praticantes regulares.

O Ciclismo Indoor é considerado como a mais entusiasmante e intensa atividade das propostas atuais, traz resultados certeiros para quem quer aprimorar a resistência cardiovascular respiratória e a perda de peso enfatizando o trabalho neuromuscular respiratória e a perda enfatizando o trabalho neuromuscular. Isso porque o ininterrupto movimento de pedalar exige a participação de grande parte dos músculos dos membros inferiores, além do tronco e membros superiores envolvidos direta e indiretamente no trabalho e muitos outros benefícios.